quarta-feira, 9 de março de 2016
Oportunidades para crescer
Imagine: um dia como outro qualquer; você levanta-se para ir trabalhar e quando chega, as portas estão fechadas e está um aviso na porta a dizer “encerrado”; inesperadamente você fica desempregado; como tem obrigações a cumprir vai ao banco para levantar algum dinheiro e pagar algumas contas; quando chega ao banco é informado que a sua conta foi fechada e que não tem nem um cêntimo...
terça-feira, 8 de março de 2016
Perfis falsos e destinatários errados
Porque as pessoas fazem isso?
Os perfis falsos existem para um fim malicioso, perverso e em muitos casos, terrorista. Estas são as características deste tipo de internautas. O perfil deles não é o que eles postam, é o que eles escondem. Há perfis falsos para variados fins, inclusive, alguns, são criados para provocar líderes de igrejas. Ingenuamente, alguns aceitam estes convites a pretexto de “evangelizar” mas na verdade uma espionagem subtil e maliciosa está por detrás do autor do perfil.
segunda-feira, 7 de março de 2016
A autoridade do líder
Que texto tão bonito para começar este tema não é? Que fórmula tão simples para resolver problemas e que texto tão gasto finalmente usado quando já está tudo quase sem concerto senão mesmo irremediavelmente perdido.
Micro Homilética
Homilética é considerada a arte de pregar, ou seja, utilizar os princípios da retórica com a finalidade específica de falar sobre o conteúdo da bíblia sagrada cristã.
Etimologicamente, homilética tem a sua origem a partir do grego Homiletikos, que por sua vez derivou de “homilos”, que significa “multidão” ou “assembleia do povo”. Este termo acabou por originar a palavra homilia, que quer dizer “discurso com a finalidade de agradar”. No século XVII, o cristianismo aproveitou as características básicas da retórica criada pelos gregos e introduziu o termo na igreja, dando-lhe o nome de “homilética”.
sábado, 13 de fevereiro de 2016
Uma única conta bancária
Enquanto
vamos melhorando o terreno da Cruz Azul, actividade que se manterá
indefinidamente e que no futuro será usada também como terapia ocupacional,
vamos também agora trabalhar intensamente na área dos grupos de apoio, uma
ferramenta que já utilizámos com sucesso mas que agora entendemos retomar como
parte da nossa estratégia de intervenção no trabalho da Cruz Azul.
Escolhas e influências
O que vem primeiro: a escolha ou a influência? São as escolhas que influenciam a nossa vida, o nosso comportamento, as pessoas à nossa volta ou são as influências que determinam as nossas escolhas?
Há vários tipos de escolhas:
Escolhas diárias/banais, como por exemplo:
- Que roupa vou usar hoje?
- O que vou comer hoje?
- Hoje vou à igreja ou não?
terça-feira, 19 de janeiro de 2016
Micro hermenêutica
Hermenêutica
é um ramo da filosofia que estuda a teoria da interpretação, que pode
referir-se tanto à arte da interpretação, ou a teoria e treino de interpretação.
A
hermenêutica tradicional se refere ao estudo da interpretação de textos escritos,
especialmente nas áreas de literatura, religião e direito. A hermenêutica
moderna, ou contemporânea, engloba não somente textos escritos, mas também tudo
que há no processo interpretativo. Isso inclui formas verbais e não-verbais de
comunicação, assim como aspectos que afetam a comunicação, como proposições,
pressupostos, o significado e a filosofia da linguagem e a semiótica. A
hermenêutica filosófica refere-se principalmente à teoria do conhecimento de
Hans-Georg Gadamer como desenvolvida em sua obra "Verdade e Método"
(Wahrheit und Methode), e algumas vezes a Paul Ricoeur. A
consistência hermenêutica refere-se à análise de textos para explicação
coerente. Uma hermenêutica (singular) refere-se a um método ou vertente de
interpretação.
(Wikipédia)
terça-feira, 12 de janeiro de 2016
Integridade
Os homens são testados todos os dias na sua INTEGRIDADE. Num mundo onde a desonestidade, a mentira e a traição são tão banais e até socialmente aceites, o homem cristão carrega consigo a responsabilidade de mudar o mundo mas esbarra na maior de todas as dificuldades: a incapacidade de ser um exemplo para si próprio. Juntos, iremos descobrir como a Palavra de Deus pode ajudar-nos a ser os homens que sempre desejámos e que a nossa família, comunidade e o mundo precisa.
domingo, 10 de janeiro de 2016
Obrigado
A propósito de sermos gratos. Muitas vezes quando agradecemos, alguém em tom de brincadeira diz-nos, "não, eu não fui obrigado". Ora bem, entre nós portugueses a palavra tem um alcance mais profundo: temos um "obrigado" para com o ministério Conquistadores que faz com que nos sintamos também devedores. Vê o vídeo.
domingo, 3 de janeiro de 2016
Princípios de liderança servil
Precisamos de líderes. Mas que modelo de líderes? Vamos formar o nosso carácter e à imagem de quem? Aprender com quem?
A missão de Jesus era ser o enviado por Deus ao mundo. Tudo quanto fazia estava ao serviço da sua missão. A sua missão era fazer a vontade do Pai. Jo.6:38 “Pois eu desci do céu para fazer a vontade daquele que me enviou e não para fazer a minha própria vontade.”
quarta-feira, 21 de outubro de 2015
Recomeços
Gostaria de começar este tema com algumas reflexões:
Vamos reflectir primeiro sobre o que poderá significar “recomeço”. O que sentes quando pensas em “recomeço”? Podemos sentir esperança, euforia, alegria, mas também medo, insegurança e fraqueza.
sábado, 3 de outubro de 2015
Liberdade é coisa que não interessa.
Mahmoud Abbas
é um homem feliz. Não tenho elementos para avaliar a sua consciência por isso só
o posso observar pela aparência. O seu futuro será o meu Deus que o ditará.
Vejo-o feliz nas fotografias. Conseguiu fazer içar a bandeira da “palestina” nas Nações Unidas. Antes desse objectivo ser alcançado tinha pedido mais sangue em Jerusalém; já nas Nações Unidas, levou um puxão de orelhas de Ban Ki-moon para cessar com o incitamento à violência e enquanto regressava a casa terá sabido que um casal israelita foi barbaramente assassinado em frente dos seus quatro filhos menores quando regressavam a casa. Os festejos nas ruas não se fazem esperar, Abbas não se pronuncia e o mundo não noticia. Silêncio.
Vejo-o feliz nas fotografias. Conseguiu fazer içar a bandeira da “palestina” nas Nações Unidas. Antes desse objectivo ser alcançado tinha pedido mais sangue em Jerusalém; já nas Nações Unidas, levou um puxão de orelhas de Ban Ki-moon para cessar com o incitamento à violência e enquanto regressava a casa terá sabido que um casal israelita foi barbaramente assassinado em frente dos seus quatro filhos menores quando regressavam a casa. Os festejos nas ruas não se fazem esperar, Abbas não se pronuncia e o mundo não noticia. Silêncio.
terça-feira, 22 de setembro de 2015
Escolher a raposa que mente menos
Há raposas que querem tanto o queijo que acabam por consegui-lo
com a sua lábia ardilosa. Há outras que não conseguindo alcançar as uvas adoptam
uma atitude de desprezo. O que ambas têm em comum é a mentira.
É evidente que eu não espero que o carácter dos políticos do
meu país seja melhor amanhã do que o é hoje. Porém, eu não me lembro de uma campanha eleitoral em que o tema “mentira” ocupasse tanto tempo dos
discursos de campanha eleitoral, isto pela informação que me chega, porque para
comícios não tenho pachorra.
sábado, 12 de setembro de 2015
Xenofobia
Nunca pensei que no meu país alguma vez se colocasse em
questão receber ou não receber refugiados de guerra, vítimas do terror e da
pobreza. É inconcebível que não se estenda a mão com um pouco de pão para
ajudar alguém, independentemente da sua raça, credo, e.... valores.
Como cidadão português, consciente dos fluxos migratórios
que já giraram à minha volta e da minha família, é incontornável que a minha
consciência reprove este confronto entre o interesse egoísta e a displicência
dos nossos políticos em adoptar uma política de justiça em favor dos mais
desfavorecidos em qualquer parte do mundo e sem pôr em causa os valores em
vigor na nossa sociedade, independentemente de eu concordar com uns e discordar
de outros.
sexta-feira, 4 de setembro de 2015
Não sou capaz de partilhar essa foto
De tempos em tempos as redes sociais são assaltadas com
fotos mediáticas e eu não escapo a essa tendência de me associar às diferentes causas com elas relacionadas. A outra face desta questão é
que há pessoas que ficam de olho nos nossos silêncios. Uns, mais do que outros,
cobram dos líderes um pronunciamento sobre as diferentes questões políticas e
sociais para que de alguma forma também possam ajustar a sua compreensão da
questão, criticar ou aplaudir. Sem qualquer presunção eu sei que tenho uma
pequena quota nessa exigência, legítima por um lado e perversa por outro.
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